ESTIMULAÇÃO COGNITIVA
- Professora Kátia C. Levanteze de Oliveira

- 13 de dez. de 2020
- 2 min de leitura

O que é?
É toda experiência que o indivíduo vivencia a qual promove plasticidade cerebral, permitindo a aquisição ou a recuperação de alguma habilidade. Ela provoca uma grande movimentação na rede de neurônios responsáveis pelas funções cognitivas como a linguagem, a atenção, a memória, as funções executivas, a flexibilidade cognitiva, além das percepções visuais, auditivas, etc.
Quando?
Desde o período intrauterino até o último dia de vida. Qualquer etapa do desenvolvimento pode acontecer a estimulação cognitiva. Pelos estudos, até os 3 anos é essencial que a criança vivencie o máximo de experiências possíveis para que sua mente fique receptiva a qualquer aprendizado. Depois disso é importante o indivíduo manter-se ativo física e cognitivamente pelo resto da vida, para que na velhice sua saúde mental seja a melhor possível.
Por quê?
Para que o cérebro se mantenha ativo nos processamentos das funções cognitivas durante toda a vida do indivíduo.
Onde?
Em qualquer ambiente devidamente planejado e adequado a idade, como a escola, um consultório, ou simplesmente do conforto de uma cama lendo um livro, na academia, entre amigos numa conversa onde há trocas de histórias de vida, ou uma mesa de jogos, e muitas risadas. A convivência em grupo é muito estimulante, seja numa sala de aula, numa praça de esporte, ou numa festa.
Por quem?
Profissionais da educação e da saúde com formação específica.
Educação: Professores de Educação infantil e de outros níveis de ensino, Pedagogos, Psicopedagogos, Psicomotricistas, Profissionais de Educação Física, etc.
Saúde: Terapeutas em geral (Neuropsicopedagogos, Neuropsicólogos, Terapeutas Ocupacionais, Fisioterapeutas, entre outros).
Familiares preocupados com o desenvolvimento infantil. Familiares preocupados com a saúde mental de seus idosos.
O próprio indivíduo, consciente de sua importância
Como?
Profissionais da saúde possuem conhecimento e instrumentos necessários para identificar e estimular partes específicas do cérebro de acordo com a necessidade do indivíduo. Na educação, professores que possuem conhecimentos de neuroaprendizagem são capazes de estimular adequadamente seus alunos de acordo com sua faixa etária, usando de estratégias de ensino e organização de materiais necessários para a aplicação das atividades.
Familiares de bebês e crianças pequenas que participam ativamente na vida dos seus filhos promovendo momentos lúdicos, como contação de histórias, brincadeiras de faz de conta, jogos, brinquedos educativos, e brincadeiras em geral.
O próprio indivíduo pode praticar atividade física, um esporte específico ou uma arte marcial. Permitir-se no hábito da leitura, seja por diversão, seja por causa dos estudos. Manter relações pessoais saudáveis, agradáveis e estimulantes.
Referência: Pós Graduação Neuropsicopedagogia Clínica- Censupeg




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